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Até agora, o crescimento da publicidade na internet vem sendo muito grande no mundo e no Brasil. Período após período, as notícias davam o formato online como o de maior crescimento. As expectativas até o meio do ano era de que já em 2008 a publicidade online bateria vários recordes e, em alguns países (Inglaterra), já estava até mesmo ameaçando veículos de massa como a TV. No terceiro trimestre deste ano, as receitas com publicidade na internet somaram US$ 5,9 bilhões no mundo, um aumento de 11% na comparação com igual período do ano passado.

“Estou atento ao primeiro trimestre de 2009 porque haverá algum tipo de retração ou congelamento de investimentos por parte dos anunciantes. Não passaremos ilesos porque alguns dos nossos grandes clientes têm dimensões globais, como: Texaco, Goodyear, Danone, Procter & Gamble, Telefonica e Vivo. Mas só vamos começar a conversar sobre isso no ano que vem”, disse Marcos Quintela, coo e diretor geral da Y&R.

Com a delicada situação da economia norte-americana e as quedas nas bolsas mundiais, as empresas estão reduzindo seus orçamentos de propaganda e revistas e jornais estão cortando custos para resistir a um ano com menos lucro. O cenário publicitário no mundo real realmente não é dos melhores, mas isso ainda não se refletiu na internet. No último trimestre, gastos com anúncios online atingiram US$ 5,9 bilhões, um aumento de 11% em relação a 2007. Também no Brasil a tendência é de fortalecimento da internet como veículo publicitário. Dados do Inter-Meios, relatório da editora Meio & Mensagem mostrou que o maior incremento publicitário em 2008 na área de comunicação foi para internet, com aumento de 47,2 nas receitas, em 9 meses de 2008, comparados com o mesmo período de 2007. Com isso, a internet movimentou R$ 519 milhões com publicidade. A participação total nos investimentos foi de 3,4%, quase empatando com a TV por assinatura que teve 3,6%.

Mas vamos ter que ficar ligados! Se as empresas estão dando férias coletivas, fechando filiais e até mesmo demitindo, será que essa retração também vai chegar à publicidade online?

A questão é: se as empresas não vão deixar de anunciar, mas poderão reduzir seus investimentos, como se presume, que tipo de publicidade vai prevalecer? Se as verbas forem menores, as empresas vão optar pelo formato offline consagrado (tv, rádio, etc)  ou pelo online, mais barato e com maior poder de segmentação?

Se a crise está aí? Qual a saída? Cortar os investimentos em publicidade ou readequar as estratégias?

Estou começando a desconfiar que isso tudo pode ser até mesmo positivo para um maior fortalecimento da internet, nos próximos tempos,  como ferramenta de marketing e publicidade.

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