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Fazer filmes e postar em sites de vídeos virou definitivamente uma fonte de renda.

Um ano depois de o YouTube ter convidado seus usuários a se tornarem “parceiros” e veiculado publicidade em seus vídeos, internautas mais espertos estão faturando pesado com o site. Para alguns, como o norte-americano Michael Buckley, apresentador de um talk show que faz paródia de celebridades, filmar vídeos engraçados se tornou um emprego em tempo integral. Ele era apresentador meio período de um programa semanal num canal de TV aberta de Connecticut em 2006 quando começou a postar trechos do programa no YouTube. As imitações de celebridades atraíram espectadores on-line e, em pouco tempo, Buckley começou a fazer seu programa, What the Buck?, sob medida para a web. Resultado: 100 milhões de acessos. Hoje, Buckley diz estar ganhando mais de US $100 mil com anúncios.

O programa de parcerias do YouTube inclui milhares de participantes, de cineastas de garagem a grandes empresas de comunicação. O YouTube, subsidiário do Google, insere anúncios dentro e em volta dos vídeos dos parceiros e divide o lucro com os criadores. – Queremos transformar esses hobbies em negócios – explica Hunter Walk, diretor de gerência de produto do site, que batizou usuários populares como Buckley de “empresas não-intencionais de mídia”. Executivos o comparam ao Google AdSense, tecnologia que revolucionou a publicidade e tornou possível a autores veicular anúncios de texto próximo ao conteúdo que produziam.

TV Moob

Como mais uma ferramenta da web 2.0, chega agora o portal TV Moob, que reúne vídeos produzidos por internautas de todo o País. O diferencial do site está justamente no fato de cruzar os assuntos dos vídeos aos conteúdos publicitários, que são dispostos de forma complementar a imagem, além de remunerar os produtores do conteúdo em até 20% do valor pago pelo anunciante. A iniciativa é inédita no país e antecipa o movimento do Google, que faz os primeiros testes de remuneração por vídeos com o YouTube nos Estados Unidos e não tem previsão de estréia da ferramenta no Brasil.

O site funciona de forma simples. Ao enviar o vídeo, o usuário lista palavras-chave que estejam relacionadas à imagem. Estas palavras servem para definir o conteúdo do vídeo e quais anúncios serão veiculados. Caso haja uma palavra de interesse para algum dos parceiros do site, um anúncio será mostrado dentro da janela do vídeo.

Já o anunciante escolhe o conteúdo com o qual a propaganda estará relacionada a sua marca, o que garante o interesse do espectador pelo produto. Como o formato é diferenciado, fugindo dos tradicionais banners no alto da página ou links patrocinados e interagindo com o vídeo, cresce também a atenção dada para a peça publicitária. Outro ponto importante é que mesmo os vídeos enviados para o TV Moob e disponibilizados em outros sites também carregam a propaganda.

Como modelo de negócio, a idéia de compartilhar a receita com os usuários é muito interessante, porém o excesso de emprego do flash na home, dificulta muito a usabilidade do site que exagera no uso de CPU e joga lá embaixo o desempenho do PC.

Abaixo um dos vídeos mais vistos no site, a discussão entre Nizan Guanaes e Fábio Fernandes no MaxiMídia 2008. Provavelmente, este vídeo foi colocado na TvMoob com o propósito de atrair o mercado publicitário para conhecer a nova plataforma de vídeos.

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