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A Hi-Mídia e a M.Sense, empresas de mídia on-line, realizaram a pesquisa Content Marketing, que mapeou o comportamento dos usuários na internet e avaliou a importância do conteúdo nas estratégias de marketing das empresas, tanto como gerador de audiência quanto como fonte de informação na tomada de decisão de compra dos consumidores.

O resultado apontou que, no tempo livre, as principais atividades dos entrevistados são ler assuntos de que gostam na internet (45%), assistir a programas na TV fechada (43%) e acessar as redes sociais (34%).

A maior parte deles busca em blogs assuntos referentes à saúde/alimentação (21%), tecnologia (19%) e cultura (19%). Ao optar pela leitura de um blog, 34% leva em consideração o fato de serem pessoas que escrevem como indivíduos comuns (proximidade) e 31% prefere blogs por conta do conteúdo mais específico e especializado. “São fatores de sucesso a facilidade no acesso, a credibilidade e a veracidade das informações, a aproximação entre quem escreve e quem lê, a exclusividade do que é postado e a qualidade do conteúdo”, afirma Julien Turri, CEO da Hi-Mídia.

Essa constatação reforça a estratégia das marcas que vêm utilizando o publieditorial como formato publicitário.

Segundo uma pesquisa feita com 12 agências de publicidade que trabalham com marketing digital, uma matéria da Folha Online constatou que blogs com audiência superior a 40 mil visitas por dia podem faturar entre R$ 15.000,00 e 80.000,00 por mês somente com publieditoriais.

Os publiposts ou possts pago, ques são todo material pago veiculado em blogs como se fosse um texto normal, já se tornaram uma estratégia publicitária adotada por anunciantes de diferentes segmentos. A maioria aparece com uma discreta identificação de que se trata de publicidade – apenas uma “tag” no pé do texto, com a palavra “publipost”, por exemplo.

Esse tipo de material corresponde aos chamados “informes publicitários” comuns em qualquer jornal ou revista, aqueles textos com aparência jornalística feitos por empresas e publicados em jornais e revistas com identificação para que o leitor não o confunda com reportagem.

“O grande problema é a falta de regulamentação. Cada blogueiro identifica as propagandas como quer. Alguns com uma ‘tag’ minúscula no fim do post, outros com selos”, diz o blogueiro e publicitário Alexandre Inagaki.

A discussao, que já é antiga, volta à tona por conta da falta de identificação clara de que é um post patrocinado. Para o Conar, uma simples menção via tags de que tal postagem é um post pago já é suficiente para alertar o leitor, mas para Alexandre Inagaki o melhor mesmo é indicar já desde o título que aquele é um post publicitário. Já o vlogueiro Felipe Neto vê isso tudo como “perseguição” à publicidade nos blogs, já que na TV o merchandising é só identificado nos créditos, no final da exibiçao do programa.

Um dos blogs de humor mais rentáveis é o “Não Salvo”, criado por Maurício Cid. Ele afirma identificar suas publicidades por meio de ‘tags’: “O que o blogueiro tem de mais importante é a sua credibilidade. Além disso, meus leitores acham justo que eu ganhe dinheiro com o blog.”

Segundo as agências de publicidade, os melhores blogs para anunciar são os de humor e os de moda, que já ganharam até uma rede para organizar os publiposts, chamada F.Hits, a qual já reúne 24 blogs de moda.

Uma reclamação que está se tornando comum é quanto aos preços cobrados por publieditoriais, que estariam muito longe da realidade da maioria dos blogs. Para Ian Black, da agência New Vegas, o mercado está inflacionado: “A demanda de marcas que se interessam por esses serviços cresceu e surgiram agenciadores que sabem cobrar como agência”.

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