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O uso de humor em campanhas de publicidade já não é mais novidade, porém a estratégia requer doses de coragem, bom senso e imaginação.

Explorar o BOM humor em comerciais ou peças publicitárias é uma alternativa que está conquistando cada vez mais a preferência dos criativos e, inclusive, está se tornando marca registrada de algumas empresas.

Quando rimos de alguma coisa nos sentimos melhor com aquilo. E é assim que o consumidor se sentirá com o produto que está sendo promovido em uma ação de marketing que explora uma situação engraçada.

Atualmente, os vídeos online são os principais propagadores do humor em campanhas publicitárias. Como o internauta tem um costume intrínseco de espalhar o que é engraçado, normalmente um vídeo que abusa do humor acaba sendo compartilhado inúmeras vezes, proporcionando mais visualizações da marca.

Durante muito tempo, anunciantes e agências vêm quebrando a cabeça para bolar a melhor forma de lançar e promover as marcas de forma descontraída usando o humor com sucesso.

O ator e humorista Fábio Porchat parece que achou um caminho. No ano passado criou a Porta dos Fundos, uma empresa que produz e veicula vídeos de humor na internet. Nesse período, o canal do YouTube já bateu 90 milhões de views. Todo esse sucesso foi impulsionado quando o vídeo que criticava o atendimento da rede de fast food Spoleto viralizou. A empresa criticada resolveu contratá-lo para fazer a continuação da história com outros dois vídeos, que também acabaram bombando na internet. O 2º vídeo da série já tem mais de 3,5 milhões de views.

O canal Porta dos Fundos já conta com 108 vídeos muito engraçados mesmo. Segundo uma atualização de agora de julho de 2013 os vídeos do canal Porta dos Fundos totalizam mais de 210 milhões de visualizações. Isso tudo em menos de um ano. É mole?

O sucesso dos vídeos foi tão marcante que o diretor de conteúdo do Youtube, Robert Kyncl, citou, em Cannes, o caso Porta dos Fundos/Spoleto como um exemplo de como uma marca deve aproveitar o site de vídeos.

Depois desse sucesso todo e da grande visualização dos vídeos do programa Porta dos Fundos, diversas marcas e empresas resolveram investir em ações de publicidade com o pessoal do Fábio Porchat.

A questão é: esse tipo de humor, ácido e, muitas vezes, crítico às próprias marcas, gera mais riscos ou oportunidades para as empresas?

A Proxxima foi ao mercado para conversar com agências e marcas e fez um balanço na vídeo-reportagem abaixo.

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